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| BRASILEIROS NA FORMULA 2
1973 No início dos anos 70
muitos pilotos de Fórmula 1 participavam ativamente da F-2. Entretanto, naquela
época a FIA classificava pilotos como graduados, ou não graduados, e somente
os não graduados marcavam pontos na F-2. Assim, dos três brasileiros que
participaram da categoria em 1973 somente um, Wilson
Fittipaldi Jr., poderia marcar pontos, visto que Emerson
Fittipaldi e Jose
Carlos Pace já eram graduados. Wilsinho não fez feio com o Brabham de fábrica,
embora tenha disputado poucas provas de um calendário hipertrófico e confuso,
com dezessete provas de níveis diferentes. Wilsinho começou o ano com um 5°
lugar (4°
entre os não graduados) em Hockenheim. Já em Thruxton teve menos sorte:
abandonou já na primeira volta. Em Pau teve um problema no aerofólio traseiro,
seguido de outro abandono em Nivelles, Bélgica. Wilson voltou a pontuar em
Rouen, obtendo outro quinto lugar(4°
entre os não graduados), após ganhar a sua bateria classificatória. Em 2 de
junho Wilsinho obteve seu maior sucesso na categoria, numa prova não oficial no
circuito de Misano, Itália: vitória na geral, tendo o gosto de ganhar a
primeira bateria na frente do seu irmão Emerson. Embora pouco disputada, em
segundo e terceiro chegaram dois pilotos que estavam fazendo boa temporada,
Jacques Coulon e Colin Vandervell.Wilson voltou a correr em Pergusa, abandonando,
chegou em 9°
em Salzburging, e abandonou com problemas de motor em Albi. Wilson
Fittipaldi Junior fez boa temporada com o Brabham BT40 Jose Carlos Pace
fez algumas corridas com a Surtees, a equipe que ganhara o campeonato
Europeu de Formula 2 de 1972. Sua primeira corrida do ano, em Thruxton, não foi
muito auspiciosa: 12°
e último, após um apagado sétimo lugar na classificatória. Só voltou ao
campeonato na 13a. prova, em Pergusa, abandonando. A melhor posição de Moco
foi o 4°
lugar obtido em Salzburgring, seguido de abandono em Albi.
Nas duas últimas
temporadas, Emerson Fittipaldi havia acumulado seis vitórias na
categoria, e em 1973 contaria com o primeiro novo Lotus de Formula 2 desde 1970.
Oficialmente chamado Lotus 74, o carro era apelidado de Texaco Star, em
homenagem ao patrocinador. A Lotus prometia alinhar Emerson e Peterson em muitos
rounds do campeonato. Entretanto, o carro e seu motor preparado pela Novamotor
deu problemas desde o princípio, e a Lotus não compareceu às primeiras
corridas nas quais seu inscreveu. A estréia se deu em Nivelles, e ambos os
carros de Colin Chapman fizeram feio, com falhas mecânicas. A Lotus voltou a
disputar o campeonato em Rouen, onde Emerson concluiu só 11 voltas na final, após
desempenho apagado na sua classificatória. Em Misano Emerson conseguiu segundo
lugar na primeira bateria, de longe o melhor desempenho do “Star” e depois
abandonou na segunda, com problemas de motor. Em Karlskoga, Suécia, Emerson
simplesmente não correu, por que o carro não era competitivo. De fato, daí
por diante o Texaco Star desapareceu das pistas, e com ele, o famoso nome Lotus
da categoria. Com o
problemático Lotus 74 Emerson Fittipaldi se despediu de forma vergonhosa da
Formula 2. Foi também o último monoposto da Lotus fora da Formula 1. 1 Vitória em Prova Não
Oficial
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